ASSASSINO A PREÇO FIXO 2 - A Ressurreição (Mechanic: Ressurection)


Amor a tiro e bomba - ressuscitando um gênero

Arthur Bishop (Jason Statham) é uma mistura de Robocop (Paul Verhoeven, 1987) com James Bond e Ethan Hunt (de Missão Impossível). A fórmula mágica dos filmes de ação é criada nesta continuação para inserir cenários paradisíacos, como Tailândia e Rio de Janeiro. E por mais que torçam o nariz para tiros, bombas e ressurreições inverossímeis, o herói desta franquia convence os simpatizantes do gênero, a sua “imortalidade” é divina, ainda que a sensação que se tenha seja de um déja-vu de Temperatura Máxima.

Dirigido por Dennis Gansel (As Donas da Noite, 2010), o longa ganha seu segundo capítulo cinco anos depois, na cidade olímpica, que abre o 1º ato do filme com cenas tradicionais do cartão postal carioca: bondinhos e pão-de-açúcar são bem inseridos como "pano de fundo" para um encontro de espionagem vir à tona, que assim como um Vale Tudo, o que importa mesmo é começar as acrobacias de pancadaria.


O prêmio de Bishop é a bela Gina (Jessica Alba) que - prisioneira do vilão Craid (Sam Hazeldine) - torna-se a razão que motiva o herói a embarcar numa missão de execução de seus arqui-vilões. Contando com a participação especial de Tommy Lee Jones, que traz sagacidade ao seu personagem, com pitadas criativas de ironia já vistas em Homens de Preto (Barry Sonnenfeld, 1997).


Assassino a Preço Fixo 2 – A Ressureição é uma boa opção de reviver nas telas aquele friozinho poético dos tradicionais filmes de ação, ainda que a sensação que se tenha seja de uma sopa requentada. Entretém, diverte e não precisa ter bola de cristal para adivinhar o final.

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