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PARA MINHA AMADA MORTA

  • 7 de abr. de 2016
  • 1 min de leitura


Uma trama de suspense, envolvendo um jovem viúvo e seu pequeno filho, vivendo o luto e a falta da mulher amada e da mãe. Uma história de amor, bem sucedida durante sete anos, no entanto, revela que, por trás disso, ou ao lado disso, havia uma traição. O mundo desaba diante de fitas picantes de VHS, que a amada fazia com seu amante.


Daí para a obsessão com o assunto à busca e aproximação do agressor e um plano de vingança, é um pulo. Aly Muritiba, porém, não faz um filme convencional. Seu suspense se converte em drama psicológico e as expectativas se revertem. Ou seguem os caminhos da mente e das emoções e não o das convenções.


Com sequências muito bem filmadas, bom elenco e sensibilidade, o filme surpreende pela profundidade com que aborda o tema, tão batido, da vingança.


Há duas ou três sequências estranhas, difíceis de serem aceitas, pela velha questão da verossimilhança. Mas é um problema menor, numa narrativa tão consistente como a de Para Minha Amada Morta.


 
 
 

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Também escreve esquetes de humor para internet (algumas no programa que também produziu chamado Dedo Indicador) e contos ainda não publicados. Atualmente está filmando dois curtas de sua autoria.  

 

Formado pela FACHA/RJ em Jornalismo e Publicidade & Propaganda. Fez aulas particulares com Jorge Duran (roteirista de Pixote e Lucio Flávio - Passageiro da Agonia). Fez a Oficina de Roteiro da Rio Filme e inúmeros cursos de roteiro com profissionais da área.

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