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FRANS  KRAJBERG: MANIFESTO (idem)

  • 10 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Riqueza e destruição


O documentário Frans Krajberg: Manifesto, da premiada diretora de cinema Regina Jehá (Viva Marajó, 2012), que levou sete anos para ser filmado, consta de uma entrevista com o artista plástico, escultor e gravurista, já aos 95 anos, um ano antes de sua morte, na sua casa na Bahia.


Nascido na Polônia e radicado no Brasil, frans faz um relato de sua história pessoal e de seu percurso pelo mundo da arte. Refere ter viajado muito pelo país, mas que ao conhecer a Amazônia, Alto Rio Negro, o contato com a exuberância da natureza do local, o marcou profundamente.


Este homem, profundo amante da natureza, engajou-se na luta pela preservação desta recebendo justa homenagem por seu trabalho na 32° Bienal de São Paulo, onde expôs grandes esculturas de madeira, sem saber que aquela seria sua derradeira exposição.


O filme possui imagens maravilhosas das matas brasileiras, e, infelizmente, também das queimadas que destroem um patrimônio do país. À medida em que o espectador se envolve com a questão apresentada, passa a entender o porquê do engajamento do artista plástico com a região.

O documentário chega às telas num momento propício, de discussões acaloradas sobre o futuro da Amazônia e de sua população nativa. Aborda com seriedade a questão, e só por isto já vale a pena ser visto. estreia em breve. A obra foi exibida na 42º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2018).


 
 
 

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Também escreve esquetes de humor para internet (algumas no programa que também produziu chamado Dedo Indicador) e contos ainda não publicados. Atualmente está filmando dois curtas de sua autoria.  

 

Formado pela FACHA/RJ em Jornalismo e Publicidade & Propaganda. Fez aulas particulares com Jorge Duran (roteirista de Pixote e Lucio Flávio - Passageiro da Agonia). Fez a Oficina de Roteiro da Rio Filme e inúmeros cursos de roteiro com profissionais da área.

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