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A ÚLTIMA CHAMADA (The Call)

  • 2 de set. de 2022
  • 1 min de leitura



MAIS DO MESMO EM BUSCA DE REVITALIZAÇÃO


por Ricardo Corsetti


Filmes que retratam a cruel perseguição às supostas bruxas, seja de forma séria ou bem-humorada, realmente não são novidade ao longo da história do Cinema.

A célebre e saudosa produtora britânica Hammer, por exemplo, ao longo de duas décadas (anos 60 e 70), nos brindou com grandes clássicos que se caracterizavam por essa temática.


E em A Última Chamada vemos todo um arsenal de referências do passado, somadas às inovações do subgênero nos anos 90. No entanto, é uma pena que todo esse repertório de boas referências não resulte necessariamente num bom filme.


O jovem diretor Timothy Woodward Jr. (O Xerife Pistoleiro, 2018), se mostra inábil para conduzir a trama que envolve o assassinato de uma suposta bruxa, sem cair numa overdose de clichês mal utilizados.


Sustos fáceis e trama absolutamente previsível, infelizmente, caracterizam A Última Chamada. Por isso mesmo, para qualquer pessoa minimamente familiarizada com o gênero horror, é quase impossível ver qualquer sopro de novidade no filme.



Válido enquanto tentativa de revalorização do tema "filmes de bruxa", o filme - infelizmente - patina no gelo, sobretudo no que se refere ao desenvolvimento da trama.


Melhor sorte na próxima tentativa, Mr. Timothy Woodward Jr.




 
 
 

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Também escreve esquetes de humor para internet (algumas no programa que também produziu chamado Dedo Indicador) e contos ainda não publicados. Atualmente está filmando dois curtas de sua autoria.  

 

Formado pela FACHA/RJ em Jornalismo e Publicidade & Propaganda. Fez aulas particulares com Jorge Duran (roteirista de Pixote e Lucio Flávio - Passageiro da Agonia). Fez a Oficina de Roteiro da Rio Filme e inúmeros cursos de roteiro com profissionais da área.

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